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Observe GENESIS

Capitulo 4: Observe, GENESIS

Capitulo 4: Observe, GENESIS Livro O Genesis, o Observador

"No princípio Deus criou o céu e a terra.
"A terra estava informe e vazia, as trevas cobriam o abismo e o Espírito de Deus pairava sobre as águas. Deus disse: "Faça-se a luz!" e a luz foi feita. Deus viu que a luz era boa e separou a luz das trevas. Deus chamou à luz dia e às trevas noite. Sobreveio a tarde e depois a manhã: foi o primeiro dia. " (Génesis 1:1-5)

Vamos observar cuidadosamente o que este primeiro parágrafo nos diz.
Nesta descrição consigo distinguir claramente o caos original da nebulosa de poeiras cósmicas de que a ciência nos fala. Um "mar" de poeiras, para alguém que poderá estar a observar da escuridão, e que não tem a menor noção de que aquilo que está a observar não é agua mas uma nebulosa na qual o nosso observador "flutua". Este indivíduo está no local, no preciso local em que centenas de milhões de anos mais tarde se localizará a Terra, ainda em formação. Além disso, como ele não está ainda em terreno sólido, tudo o que pode discernir ou compreender, de acordo com os seus parâmetros, é o abismo, o abismo do espaço.
De seguida, este mesmo indivíduo (que continua a observar e a narrar o que vê) repara que a luz brilha pela primeira vez e acredita que Deus a criou naquele preciso momento - a Luz- uma vez que não percebe, ainda, que é o Sol que dá origem àquela luz. Ele vê a luz, mas não vê de onde ela vem. Para ele é como se Deus ligasse o interruptor da luz.
Depois temos de lidar com o primeiro grande dilema típico do Génesis: como é que a luz pode ser criada antes das estrelas? (esta, obviamente retórica, pergunta costuma ser acompanhada de um qualquer gesto cético, um olhar arrogante e uma intenção de terminar a conversa). Sim, é verdade que não pode acontecer, mas - existe sempre um mas - e se colocássemos o espetador no exato local onde o primeiro redemoinho surgiu, o que originou o nosso planeta? Parece óbvio que o nosso observador pode ter visto a luz, mas foi incapaz de perceber de onde vinha essa luz porque - como afirmei anteriormente - a tempestade de poeiras o teria impedido.
Da mesma forma, uma vez que ele estaria no meio da espiral, seria capaz de percecionar a passagem do dia-noite, luz-trevas, devido á sua rotação.
Este individuo, uma vez que estaria no meio desta espiral, iria rodar com ela, e portanto, num momento estaria voltado para a luz, no outro de costas para ela.
Aqui podemos compreender como é essencial, fundamental a existência de um observador e - ainda mais - a sua localização, de forma a compreender o Génesis.
Este individuo que assiste e depois conta o que viu, está a observar de um local especifico. Está algures parado no momento em que observa, no momento em que recebe esta visão, esta revelação. É este lugar, a sua localização que faz toda a diferença; É o que nos faz acreditar que a descrição do Génesis pode fazer sentido; É a chave do enigma. A chave que abre um mundo de possibilidades. (E agora? Onde está o sorriso arrogante?... )


***


É importante esclarecer que, quando falo de um observador, falo de alguém que em tempos recentes, uns três mil anos atrás, recebe uma visão ou revelação de Deus, e através dela testemunha a criação do sistema solar.
Não quero dizer que o observador tenha estado presente e assistido á sua criação no momento em que Deus o fez, mas que o testemunhou mais tarde, de alguma forma, através de uma visão bastante concisa...

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