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E NESTE CANTO... VIVE!

Capitulo 3: E NESTE CANTO, VIVE!

Capitulo 3: E NESTE CANTO, VIVE! Livro O Genesis, o Observador

Vimos anteriormente que a vida como a conhecemos no nosso planeta começou com e na água. A água tem um papel fundamental no nosso tipo de existência. Considere que nós, humanos, somos compostos por setenta daquele elemento; Quase que poderíamos afirmar que somos criaturas marinhas adaptadas á superfície terrestre.
Bem, devemos colocarmo-nos lá e pensar que o planeta está a arrefecer, a água permanece no estado líquido durante mais tempo e acumula-se nas zonas mais baixas devido à gravidade simultaneamente.
Existia apenas um oceano inicial assim como as terras estavam todas unidas num único continente. A ciência chama a esse super continente Vaalbara-Pangaea .
Pangaea não permanece como um único continente, em vez disso fragmenta-se e os vários segmentos flutuam à deriva, por assim dizer, sobre a lava derretida sob a crosta dando origem posteriormente aos continentes que conhecemos hoje em dia.
Vamos agora contar a história e colocar todos estes factos em perspetiva.
Note que a vida, para evoluir, surge primeiro no mar migrando depois para terra enquanto o super-continente Pangaea-Vaalbara se fragmenta e deriva pelo globo ocupando as áreas que nos são familiares hoje em dia.
No mar, onde a vida originou os animais, as plantas foram, também, criadas, espalhando-se pela terra transformando-se em árvores, erva, etc...
Alguns dos animais marinhos que se moveram para terra, ao evoluírem acabaram por voltar ao mar, continuando a sua evolução - por ex. Cetáceos (baleias, golfinhos, etc).
Outros animais primitivos habituaram-se a viver na superfície da terra resultando nos famosos dinossauros, que dominaram no planeta durante cerca de cento e sessenta milhões de anos.
Não é a minha intenção sobrecarregá-lo com a história do mundo - muitos de vós com certeza que já a conhecem - mas é importante refrescar os nossos conhecimentos acerca dela e procurar notar alguns detalhes que são pistas essenciais para a compreensão do tema que estudamos.
Vamos continuar (com um pequeno apontamento).
Os dinossauros surgem há cerca de duzentos e trinta milhões de anos atrás e depois desaparecem - ficam extintos - há cerca de sessenta e cinco milhões de anos aproximadamente.
Se considerarmos que a espécie humana, o primeiro Homo, surge apenas nos últimos dois milhões de anos, ficamos a compreender que humanos e dinossauros nunca coexistiram.
Desde o último dinossauro ate ao primeiro Homo existiu um intervalo temporal de cerca de sessenta milhões de anos, o suficiente para que nunca se tivessem cruzado.
Neste momento gostaria de concentrar a vossa atenção nalguns detalhes da evolução da vida que serão importantes quando discutirmos o Génesis.
Alguns dinossauros podiam voar, o que é muito interessante, como o Pterossauro, e poderão ter tido os seus habitats nas praias. Considere que estes animais possuíam asas como os morcegos e não conseguiam levantar voo como os aviões ou os patos, tinham que saltar de uma zona mais alta, de um cume para iniciar o voo, e que melhor que um penhasco sobre o mar? Alguns deles eram animais de grandes dimensões com uma envergadura de asa de cerca de 12 metros, quase o tamanho de um pequeno avião.
É muito importante enfatizar que os humanos foram os últimos a surgir nesta história, a história da evolução.
Certo. Como já deve ter percebido foram necessários cerca de seis biliões de anos para que o Sistema Solar se formasse e o Homem surge apenas nos últimos dois milhões de anos.
É uma prática comum comparar estes seis biliões de anos com um ano de trezentos e sessenta e cinco dias, em que a nebulosa começa a colapsar no 1º dia de Janeiro e a espécie humana surge ás 23.00 de 31 de Dezembro.
A Humanidade tem o seu momento no fim, mesmo no fim de todo este processo.
Penso que esta breve narração da história da Terra nos dá uma base de informação suficiente e necessária para procedermos á nossa comparação. Então, vamos tentar!

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